A vida, como é bela de viver!
Eu me apaixono todo dia. Me encanto pelas pessoas, como se fossem lindos poemas a serem lidos ainda.
Ou escritos, por mim.
Sou ludibriada facilmente pela beleza do externo, iludida pela possibilidade do que pode ser antes mesmo de conhecer o que realmente é.
Isso é tão perigoso, às vezes…
Criar expectativas infundadas é quase lei dentro da minha cabeça, é um primor ser criativa até nisso. Imagino cenários, crio histórias, dou contexto a desejos ocultos e quebro a cara.
Pelo menos é no silêncio.
Ninguém imagina o tanto de coisa que passa aqui dentro, da cabeça d’escrita.
E mesmo que eu esteja te contando agora, amanhã você já esqueceu, e eu começo tudo de novo – como um ciclo sem fim?
Mas isso não me faz ingrata, pelo contrário! Amo estar viva, amo a sensação de acordar todo dia respirando.
Amo a vida como ela vem e como ela vai.
Dentro da tristeza ou fora dela, a graça está nas pequenas conquistas de cada momento.
E por isso escrevo.
Escrevo pela felicidade, escrevo pela tristeza, escrevo pela esperança e pelo medo. Eu só…
Escrevo.
Ontem, chorei quando percebi a ilusão que me meti, mas dois minutos depois estava rindo disso. Quer mais vida do que perceber as artimanhas que nos levam a duvidar do próprio destino?
Não sou de culpar Deus, nem usar a frase “não era para ser” porque nenhuma escolha mundana exige intervenção divina.
O acontecimento é agora, o mundo é um prato cheio de novas oportunidades – o tempo todo.
Às vezes passa tão rápido.
Agarre-se na sua vontade e conquiste seus objetivos!
É isso que eu faço!
Um gole de cada vez, um degrau a cada dia; em breve, estarei no topo e mais uma vez vou rir.
A vida consegue ser gentil, é hora de abraçar ela de volta <3
